Quer um HERÓI DE VERDADE!!?

Publicado: 18 de julho de 2010 em Para pensar, Videos

O Meu Herói – Aline Barros

Composição: (Osmarino Araújo)

O meu herói não é um herói de brinquedo
O meu herói não é um herói de papel
O meu herói não é um desenho animado
Igual aquele que assisti na TV
O meu herói não usa máscara negra
Nem espinafre como força e poder
O meu herói não se disfarça em nada
Nem se esconde atrás de uma TV

O meu herói é Todo-Poderoso
Ele é mais forte que o Super Man
É só orar que ele aparece
Vem rapidinho pra me socorrer!
O meu herói é Todo-Poderoso
Ele é o filho do Grande Deus
Não usa um martelo, mas sua palavra
É uma espada com muito poder

Jesus é meu Herói!
Jesus é meu Herói!
Jesus é meu Herói!
E vai me proteger!

Jesus é meu Herói!
Jesus é meu Herói!
Jesus é meu Herói!
Com Ele eu vou vencer!

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http://blog.oleschmitt.com.br/index.php/2005/03/18/os_super_herois_no_diva
Todo mundo tem um super-herói preferido. Adultos e crianças, em escalas variadas, identificam-se com as figuras míticas, fortes e invencíveis dos heróis ficcionais.

Em segundo plano, porém, sempre recobertas por misteriosa névoa, ficam suas características psicológicas. Analisando os super-heróis em conjunto, na imensa maioria são órfãos que tiram sua força de algum trauma que tenha ocorrido em suas vidas, principalmente na infância.

Por mais “normal” que um super-herói possa parecer à primeira vista, o fato em si da dupla personalidade (Clark Kent – Super-Homem, Bruce Banner – Hulk, Peter Parker – Homem-Aranha, …) já caracteriza uma personalidade psicótica.

Quando o Dr. Bruce Banner, esquizofrênico que vive em luta constante contra seu monstro interior, é vencido por sua personalidade agressiva interiorizada, aflora de suas entranhas o potencial destrutivo na forma de seu alter-ego Hulk. O monstrengo verde permite ao Dr. Bruce lidar com sua identificação projetiva e assim, projetando-se em Hulk, escapar da culpa ou, ainda, encontrar aí a coragem para reagir diante de situações contra as quais sente-se impotente. Essa característica de sua personalidade, que mais tarde tomou proporções drásticas ao ser atingido por radiações gama, desenvolveu-se ainda na infância, quando teria sofrido agressões por parte de seu pai.

Peter Parker, o Homem Aranha, carrega consigo o trauma da morte de seus pais quando ainda era criança, em acidente de carro, além da culpa pela morte de seu tio, morto em assalto. No dia-a-dia Parker é desajeitado, tem problemas na administração de sua vida financeira e, devido à necessidade de manter sua dupla personalidade em segredo, tem dificuldades para formar e manter relacionamentos.

Já Bruce Wayne, o Batman, presenciou em criança o assassinato de seus pais. Buscando vingança, tornou-se mais tarde o herói violento e taciturno que é. Constantemente perseguido por seu trauma de infância, com as imagens trágicas a todo momento ressurgindo na sua mente sombria, Bruce é monossilábico e cínico, mantendo-se sempre à margem do meio social.

Robin, amigo inseparável de Batman, era trapezista de circo e, por sua vez, não foge à regra da orfandade traumática: presenciou a morte de seus pais em pleno picadeiro, após sabotagem do equipamento de segurança. Bruce Wayne, que estava lá na noite do homicídio, culpa-se por não ter podido evitar a tragédia.

Parêntese à parte é a relação misteriosa desses dois, que já foi tema de estudo aprofundado por parte do psiquiatra americano Frederic Werthand que, no seu livro The Seduction of the Innocents, defende a tese de que o seriado de Batman e Robin promovia a homossexualidade nos puros lares americanos: “(Batman e Robin) transmitem a sensação de que nós, homens, devemos nos manter juntos porque há muitas criaturas malvadas que têm que ser exterminadas. (…) Às vezes, Batman acaba numa cama, ferido, e mostra-se o jovem Robin sentado ao seu lado. (…) Vivem em aposentos suntuosos com lindas flores em grandes vasos. Batman é, às vezes, mostrado num robe de chambre… é como um sonho de dois homossexuais vivendo juntos”. “Santa-Imaginação!”, diria Robin?

Apenas citando mais alguns exemplos de órfãos traumatizados, temos o Super-Homem (seus pais morreram na explosão do planeta Krypton), Capitão Marvel (pais mortos a mando do “famoso doutor Silvana”), Fantasma (pai morto por piratas), Pantera Negra (o pai, rei de Wakanda, foi assassinado) e Zagor (toda a família assassinada por índios). Aliás, o ideal seria citar, se eu conseguisse nomear algum, apenas aqueles que não tiveram seus pais mortos de forma trágica.

Após analisar essas características assustadoras da personalidade dos nossos tão estimados super-heróis, resta a certeza de que é melhor ser um simples mortal bem resolvido com seus traumas do que ser um super-herói problemático.

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Quer um herói de verdade?

O Chão vai Tremer
Ele vem cavalgando nos montes
Com Seus pés de latão reluzente
Tem os olhos de fogo e voz de trovão

Vem marchando com Seus cavaleiros
Arvorando a Sua bandeira
Tem o cetro de ouro e a espada nas mãos

Ele vem revestido de branco
Ele é santo, ele é santo, ele é santo!
Eu já posso ouvir os seus passos aqui

Ele vem coroado de glória
É agora, é agora, é agora!
Que o chão vai tremer e o céu vai se abrir

O chão vai tremer!
O Céu vai se abrir!
Os anjos de Deus vão descer e subir

Senhor dos Exércitos é o Seu nome

PENSE! PONDERE! CRITIQUE. NESTE CASO A ESCOLHA É SUA!

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